Já dizia a música “gatos no telhado fora da lei…”, os humanos bem sabem que qualquer momento de descuido é o suficiente para que nós, bichanos, possamos dar nossas voltinhas escondidas. Mas, como uma gatinha consciente, preciso falar dos perigos que corremos quando isso acontece.

É verdade que somos astutos, gostamos de escalar muros, subir em telhados, no entanto, isso pode ocasionar em consequências, como: atropelamentos, envenenamentos, brigas com outros bichinhos, assim como, podemos sofrer maus-tratos de alguns humanos.

Lembrando que, um passeio de alguns minutos para o gatinho, pode se transformar em dias longe de casa, e o coração do humano não está preparado para a perda de seus pets. As chances de retorno podem não ser tão grandes. Tenho como exemplo o gatinho Tom que sumiu por 10 dias e ao retornar para sua família estava com a pata machucada:

Depois de ficar 10 dias fora de casa e retornar machucado, família decidiu castrar Tom para diminuir a vontade de passear — Foto: Luciana Garcia/Arquivo Pessoal

Foi assim que, seus humanos tomaram a decisão de castra-lo. Segundo sua dona, foi um susto muito grande, o bichinho costumava sair de casa, mas sempre retornava em pouco tempo. Quando ele não voltou, o desespero começou.

Mas, além da castração, o que o humano pode fazer para evitar que esses tipos de situações não aconteçam?
Primeiro, ter consciência de que os gatos não têm necessidade de ir para rua. O que faz com que essa “vontade” seja despertada é o acesso que os humanos dão ao animal. Nisso que, a famosa “voltinha” se torna uma necessidade, como na fase do cio, por exemplo.

Quais medidas o humano pode tomar para evitar as fugas?
Bem simples, como telar as janelas da casa, por exemplo. As telas são essenciais não só para evitar as fugas como também, previnem quedas, já que gostamos muito do famoso banho de sol. Uma ótima medida preventiva.

Já ouvi falar que gatos são muito inteligentes e capazes de voltarem para casa com facilidade, isso é verdade?
Temos um ótimo olfato, conseguimos delimitar o ambiente, somos ágeis e identificamos os perigos. Entretanto, pode acontecer de perdemos as demarcações, muitas coisas acontecem na rua, como: brigas com outros gatos, fugas, diversas tipos de distrações.

Quais os tipos de doenças que o bichano pode obter nas ruas?
Desde pulgas, carrapatos a vermes intestinais, a doenças mais sérias, como Fiv, Felv, Esporotricose, PIF, etc. Fora os riscos ocasionados pela friagem e a chuva. Doenças dermatológicas, respiratórias, um verdadeiro teste de resistência.

Essas são apenas algumas dicas a fim de contribuir para a melhora da qualidade de vida do seu bichinho. Além de, alertar sobre perigos reais que muitos humanos podem não conhecer e acabam por naturalizar certas atitudes felinas.

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