ILUSTRA

Uma das dúvidas mais frequentes que eu percebo que muitos donos de gatos têm, é a respeito da introdução de um novo gato na casa. Muitos sabem que é necessário cuidado, e querem saber como fazer; mas muitos não tem nem ideia de que é algo que requer atenção. Por isso, hoje vou explicar para vocês como essa introdução deve ser feita, passo-a-passo.


A primeira coisa a se saber, é que é preciso muita paciência. Não é tão simples como com cães, que são menos exigentes no quesito “fazer um novo amigo”. Para gatos, um novo morador na casa é uma situação extremamente estressante. Requer uma modificação enorme na dinâmica do seu território, e isso cria uma grande tensão. Para os dois lados envolvidos, uma mudança drástica como essa os deixa muito ansiosos.

two

Hoje em dia, já sabemos que gatos não são criaturas solitárias como pensávamos antigamente. Eles são seres sociáveis, mas são, sim, territorialistas. Isso não significa que são incapazes de compartilhar seu ambiente com outro gato, apenas que são mais metódicos, e preferem as coisas bem resolvidas com todos os moradores.

Imagine que você acabou de receber em casa, para morar, uma pessoa totalmente desconhecida. Um estudante de intercâmbio, talvez. A primeira coisa a se fazer, para que a relação de vocês se mantenha agradável, é sentar e conversar, certo? Conversar a respeito de como é a dinâmica na sua casa, quais são seus costumes e seus hábitos, as regras, e etc. Caso contrário, se cada um simplesmente agisse da maneira como bem entendesse, a quantidade de brigas que iriam acontecer seriam incontáveis.

Pois bem, com gatos é basicamente assim. A diferença é que eles não sentam na mesa pra conversar, tomando café e comendo bolo de fubá. Que beleza seria, não? Mas, infelizmente, a “conversa” deles é mais subjetiva, se baseia em linguagem corporal, e eles precisam de nós, donos, para ajudá-los a estabelecer um relacionamento saudável.

gatos juntos

Mesmo nos dias de hoje, com o tanto de informação espalhada por aí, ainda há muitas pessoas que são adeptas do “coloca junto e deixa eles se entenderem”. Realmente, há alguns casos em que isso até dá certo, mas são as exceções das exceções das exceções. Essa “técnica” é muito arriscada, ineficiente, além de desumana! O nível de estresse que esses gatos vão alcançar, aumenta, e muito, o risco de agressão entre eles. E, no fim das contas, você pode acabar com gatos que apenas se toleram e dividem o mesmo território, mas que não são amigos. Mais pra frente voltamos nesse assunto.

Então, basicamente, a principal questão aqui é: gatos não são tão simples quanto cães, e a introdução de um novo gato na família deve ser feita com muita cautela, e muita, muita paciência. Quanto mais desses dois itens você tiver, maior chance de sucesso. E o mesmo continua valendo para filhotes. Não é porque são pequenos e inofensivos, que não se estressam!

A coisa mais importante a se prestar atenção, é que a introdução dos dois (ou mais) gatos deve ser feita, sempre, com todos os lados muito tranquilos. Quanto mais relaxados todos os gatos estiverem, maiores as chances de interações positivas. Nunca force as situações, evitando, assim, que os gatos se estressem e partam para a agressão. Sabendo-se disso, vamos lá para o passo-a-passo.

cats sniffing

 PASSO 1: O SANTUÁRIO DO NOVO GATO

Para o novo morador, essa mudança repentina de rotina é muito estressante. Por isso, ele vai precisar, primeiro, se habituar com o novo ambiente, para então poder relaxar. Separe, na sua casa, um cômodo especial para o recém-chegado, que vai ficar sempre de portas fechadas, longe de todos os outros moradore. Nele, coloque tudo o que um gato precisa: comida, potes de água, caixa de areia, arranhadores, brinquedos, lugares para subir, e cantos para se esconder. Ali, ele vai ficar até se sentir confortável o suficiente para ir e vir, sem se amedrontar. Procure observar muito o comportamento dele.

Um gato relaxado, é um gato que caminha naturalmente, com o corpo erguido, cauda erguida e orelhas erguidas. Não anda rente ao chão, com a cauda abaixada, e movimentos rápidos e curtos. Geralmente, gatos que são adultos e passaram mais tempo em um abrigo, costumam ser mais cautelosos em um novo ambiente. Disponibilize muitos lugares para que ele possa se esconder e relaxar, aja com delicadeza perto dele, e procure sempre tratá-lo com muito carinho. Ele precisa se sentir seguro ali.

Os gatos moradores da casa estão proibidos de frequentar esse santuário. Mesmo que antes estivessem acostumados a isso, por enquanto vão ter que ficar de fora.

cat relaxed

Todos os gatos da casa já sabem que há um outro gato diferente no ambiente. Eles percebem isso pelo olfato, e podem ficar mais inquietos durante o período de adaptação. Lembre-se, sempre, de tratar todos eles com muito carinho, para que entendam que essa novidade não veio para o mal. Se eles ficarem na porta do quarto, rosnando, miando, ou bufando (o famoso “fu”), nunca dê broncas. Procure distraí-los, tirá-los dali. Brinque com eles até acalmá-los. Eles também precisam relaxar.

 

PASSO 2: REFEIÇÕES = TREINAMENTO!

Tanto o novo gato, quanto os antigos moradores da casa, precisam entender que essa mudança toda não é uma coisa ruim. Precisamos dar uma razão para os gatos gostarem um do outro! Ração e petiscos são excelentes formas de recompensa, são essenciais para um bom adestramento, além de serem os favoritos de todos os gatos, certo? Então vão ser a nossa arma principal nessa adaptação.

A ideia aqui, é fornecer refeições para todos os gatos, ao mesmo tempo, em lados opostos da porta do quarto santuário. A distância entre as tigelas vai ser definida pela permissividade dos gatos. Ou seja, se você aproximar muito as tigelas, e um dos gatos não estiver confortável o suficiente para se alimentar àquela distância de um animal que ele não conhece direito, afaste-os. Gradualmente, vá aproximando as tigelas, até que fiquem coladas à porta, uma de cada lado. Lembre-se: a porta sempre fechada!

cat closed door

Você irá fazer várias sessões de alimentação conjunta ao dia. Prefira várias, que durem pouco, e que terminem bem – com os gatos relaxados, sem rosnar, e sem bufar. Reforce todas as vezes em que as sessões tiverem sucesso – faça carinho, brinque com eles. O que você vai oferecer como alimentação, depende de como é a rotina dos seus gatos: se eles têm comida à vontade, e sachê uma vez ao dia, por exemplo, fracione o sachê, e dê pequenas quantidades, várias vezes ao dia. Se você oferece refeições controladas, fracione mais ainda as porções, também. Ou então, diversifique: dê uma colher de sachê uma vez, um punhadinho de ração na outra, e simples petiscos que ele gosta em uma outra sessão. Apenas tome cuidado para não abusar, e dar petiscos ou ração demais. Nunca se esqueça da questão da obesidade!

A quantidade de sessões depende da sua rotina. Procure fazer quantas conseguir, mas não precisa tirar o seu dia todo para ficar em função disso, também. E a velocidade com que você vai aproximar as tigelas depende da reação dos seus gatos. Pode ser que dure um dia inteiro, como pode ser que dure uma semana inteira. Tenha paciência! O principal é evitar ultrapassar os limites dos gatos. Se eles ficarem estressados, podem partir para a agressão, e aí o processo todo deve voltar ao início. E sempre vá de acordo com o gato mais assustado. Mesmo que os outros todos estejam super tranquilos e relaxados, se mantenha nesse treinamento até que todos os moradores estejam confortáveis com a situação.

cat by the door

Quando você sentir que as sessões de alimentação em grupo estão tendo resultados positivos (o que pode significar apenas a ausência de qualquer reação), é hora de passar para o passo 3. Mantenha esse adestramento o tempo todo, só vá acrescentando os novos passos.

 

PASSO 3: HORA DE FAREJAR

É através do olfato que os gatos se conhecem. Quando eles se lambem, depositam feromônios nos pêlos, que são substâncias químicas cujo principal objetivo é a comunicação. Os animais liberam feromônios diferentes quando estão com medo, relaxados, felizes, e quando querem acasalar. Os feromônios depositados nos pêlos dos gatos, quando eles se lambem, é o que dá a identidade de cada um, e é através deles que eles se reconhecem.

Pensando nisso, podemos apresentar um gato ao outro de uma maneira mais facilmente controlável: esfregando uma toalha de pano e oferecendo ao outro para cheirar. Faça isso com o novo gato. Pegue uma tolha limpa, e esfregue muito gentilmente no seu pêlo, principalmente no rosto, que é onde eles liberam os feromônios da “calma”. Procure fazer isso em um momento que ele esteja totalmente relaxado, para que o cheiro transmita isso ao “cheirador”.

Coloque a toalha no ambiente dos outros gatos, e observe. Não saia esfregando no nariz de cada um, assim você só vai deixá-los com medo daquele odor. Deixe-a no chão, próxima a eles, e recompense toda vez que apresentarem um bom comportamento – desde simplesmente ignorar a toalha, a cheirar e sair calmamente de perto. Brinque com eles perto da toalha, alimente-os perto da toalha, acaricie-os perto da toalha. Inclusive, coloque a toalha embaixo dos potes de comida quando for fazer as sessões de alimentação em conjunto! Se seus gatos aceitarem, parabéns! Faça isso, também, com os gatos moradores da casa, e dê para o novo gato cheirar.

cat towel

Se algum dos seus gatos manifestar comportamentos não-amistosos, volte um passo, até que ele se acostume e se acalme. Só avance se todos estiverem confortáveis e receptivos!

 

PASSO 4: TROCA DE AMBIENTES

Depois que todos os gatos se acostumaram com os cheiros diferentes, e estiverem permitindo o avanço da adaptação, é hora de deixar o novo gato conhecer a casa. Coloque os antigos moradores em outro cômodo, e feche-os lá, momentâneamente. Abra a porta do quarto santuário, e permita que o novo morador explore a casa. Mantenha petiscos e brinquedos à mão para distraí-lo, se necessário.

Observe o comportamento dele, e deixe-o à vontade. Pode ser que ele nem queira sair do santuário. Permita que fique lá caso queira, mesmo assim, e procure repetir esse passo até que ele esteja receptivo ao novo ambiente. Faça essas sessões até que o novo morador esteja tão confortável com o resto da casa, quanto estava com o quarto santuário. Sempre recompense bons comportamentos. Se perceber que o gato está rosnando, bufando, ou com o pêlo arrepiado, volte-o ao santuário, e deixe-o relaxar. Vá aumentando o tempo da sessão gradativamente.

Você também pode colocar os antigos moradores no quarto santuário, sem o gato novo lá. Mas apenas se estiverem receptivos para tal, caso contrário, não há necessidade. Não force situações, não teste o limite de tolerância dos seus gatos.

cat exploring

PASSO 5: A ESPIADINHA

Depois que o novo gato já está habituado com o ambiente, e os antigos moradores estão conformados com a nova presença, é hora de se verem pela primeira vez. Esse é um dos passos que requer mais cuidado e atenção, além de uma boa avaliação da linguagem corporal dos gatos.

A ideia é simples: abrir um pouco a porta do quarto santuário, e deixar que se olhem. Faça uma sessão de alimentação, porém com as tigelas mais afastadas da porta. Inicialmente, o tempo que poderão se olhar deverá ser pequeno. Procure fazer sessões curtas, mas que terminem positivamente, do que testar os limites dos seus gatos e acabar com uma briga difícil de separar. Aumente o tempo gradativamente, de acordo com a receptividade de todos os envolvidos.

Além de sessões de alimentação com a porta entreaberta, você pode pedir ajuda a alguém, e brincar com os gatos ao mesmo tempo, um de cada lado da porta. Ou então utilize uma varinha, e brinque com todos ao mesmo tempo. Sempre procurando interações positivas e prazerosas para todos.

cat lookinh

Procure identificar os comportamentos agressivos. É possível que, ao se olharem pela primeira vez, role um pequeno estresse. Um rosnado, uma bufada, ou um pêlo arrepiado (aquele rabo de espiga-de-milho, sabe?). Se isso acontecer, procure distrair os envolvidos. Jogue um brinquedo longe, ou um petisco. Quando estiverem relaxados de novo, reforce o comportamento: dê petiscos, brinque, acaricie. Mostre a eles que não há com que se preocupar. E nunca, em hipótese alguma, dê broncas ou grite com eles. Isso só vai aumentar a tensão e gerar medo.

Bufadas e rosnados são maneiras de comunicação. É um gato dizendo para o outro que “Se você chegar perto, a coisa pode ficar feia”. Eles só bufam e rosnam para evitar o confronto. Não é briga que eles querem, é apenas impôr o seu espaço. Portanto, numa situação dessas, procure manter-se calmo, e tente distraí-los. Caso não tenha sucesso, e você perceba que um dos gatos está ficando muito estressado, a ponto de sair correndo para atacar, feche a porta, e deixe-os relaxar. Lembre-se: é melhor sessões pequenas, mas com resultados positivos, do que testes de tolerância que não terminam bem. Se acontecer de rolar um estresse, mas logo depois eles se acalmam e voltam com o comportamento normal, ótimo.

gato ericado

Você pode, inclusive, deixá-los chegar bem perto para se cheirarem. Isso se eles mesmos quiserem, e a atitude partir deles. Caso isso aconteça, e o resultado seja positivo, recompense-os, e passe para a próxima etapa. De qualquer maneira, você pode seguir em frente caso eles simplesmente ignorem a presença do outro gato. A ideia é simplesmente não haver tensão, estresse e brigas. Se tudo estiver calmo, siga em frente.

 

PASSO 6: HORA DA APROXIMAÇÃO

Percebendo que todos os envolvidos estão tranquilos e receptivos, é hora de abrir a porta do quarto totalmente. Mantenha à mão, como sempre, petiscos e brinquedos para distraí-los.

Observe-os de perto, e nunca os deixem sozinhos nos primeiros momentos. E, acima de tudo, saiba diferenciar brincadeiras de agressões. Muitos donos têm dúvidas quanto a isso, pois os gatos brincam de lutinha. A brincadeira deles envolve perseguição, tapas, e mordidas no pescoço. Mas é bem diferente de agressão. Vou colocar dois vídeos aqui, retirados do YouTube, para explicar melhor o que quero dizer.

É perceptível que, por mais que pareça briga, esses dois estão bem relaxados. Não há gritos, não há pêlos eriçados, não há rosnados, não há orelhas baixas. As brincadeiras são assim. Muitas são mais intensas do que essa, os gatos saem correndo, rolam, se mordem com mais força. E sim, eventualmente um rosnado ou uma bufada aparecem. Mas essa é a maneira que eles têm de mostrar do que não estão gostando.

Numa briga de verdade, é isso o que temos:

Percebem a diferença? Esses dois gatos estão tentando impôr seu espaço. Percebem como, quando eles partem para a agressão, é muito diferente de uma simples e inocente brincadeira? Tem muito mais gritaria. Apesar de esses gatos não estarem com o pêlo eriçado, percebe-se claramente a intenção de agressão. A postura de um gato agressivo é mais ou menos assim:

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cat aggressive

Dá pra ver bem as orelhas abaixadas e o pêlo eriçado, certo? Há rosnados e gritos. Por outro lado, um gato assustado também pode partir para a agressão. Nem sempre ele se apresenta com essa postura erguida. Quando eles têm medo, também atacam para se defender. E geralmente ficam assim:

cat

Corpo abaixado, quase de barriga pra cima, com as orelhas muito abaixadas, e as pupilas dilatadas. Bufam bastante, e rosnam às vezes. Tome muito cuidado com gatos assim, eles estão a um segundo de atacar, basta se sentirem encurralados e incapazes de fugir.

Se você acabar com dois gatos grudados, brigando mesmo, procure tentar separá-los calmamente. Não grite, não parta para a agressão. Aproxime-se gentilmente, e tente pegar o gato que você está mais acostumado. Cuidado para não virar o alvo. Na dúvida, tenha sempre uma toalha em mãos para conseguir intervir sem se machucar.

De maneira geral, procure manter as interações entre os gatos recém-apresentados o mais positivas possível. Como sempre, prefira sessões de apresentação curtas e que terminem bem. Não é porque você conseguiu abrir a porta, e houve uma boa interação, que pode deixá-los juntos o tempo todo, muito menos sem supervisão. Retorne o novo gato ao quarto santuário, para que todos possam relaxar novamente, principalmente quando não houver ninguém para observá-los. Aumente o tempo de convivência gradativamente.

Conforme os gatos forem se conhecendo e se adaptando, eles vão estabelecendo as próprias regras territoriais. Para que a relação se mantenha saudável, a sua casa deve estar preparada para abrigar dois ou mais gatos.

cats together

MUDANÇAS AMBIENTAIS

Para evitar brigas e desconfortos por falta de território, todos os gatos da casa devem ter suas próprias coisas. Ou, pelo menos, o suficiente para poderem dividir. Você deve oferecer lugares para todos poderem dormir confortavelmente, brinquedos suficientes, potes de água e potes de comida em diferentes locais, banheiros para todos, postes de arranhar, lugares para subir e cantos para se esconderem. Todos os moradores da casa devem ter isso. Dessa maneira, conseguem manter a relação o mais saudável possível.

A dica para uma introdução tranquila e correta de um novo gato na casa, é ter muita paciência. Não é um processo rápido e simples, e quanto mais você tentar apressar as coisas, mais chances de falhar. Pode demorar semanas, até meses, para que vocêconsiga que todos estejam se sentindo bem uns com os outros. E mesmo assim, você tem que saber que, nem sempre, a relação que vai se estabelecer entre os gatos vai ser de amizade. Gatos amigos são gatos que dormem juntos e se dão banho. Se seus gatos não fazem isso, eles apenas dividem o mesmo território, e toleram a presença um do outro. E muitas vezes é só até aí que conseguimos chegar. O sucesso está, simplesmente, em um ambiente tranquilo e livre de desavenças.

Se você percebeu que fez a introdução errada, e até hoje seus gatos não se dão bem, talvez seja a hora de reintroduzi-los. Você pode fazer tudo isso que eu disse aqui, desde o começo, pra tentar fazer dar certo dessa vez. Procure deixar o gato mais recém-chegado fora de casa alguns dias. E quando o trouxer novamente, faça o passo-a-passo como deve ser. Há, sim, a chance de eles se entenderem dessa vez, não perca as esperanças!

cats licking

Na próxima semana, vou conversar com vocês a respeito de Agressividade. Tanto de gatos com gatos, de gatos com os donos, e por aí vai. Quais são os motivos, e como lidar com ela. Fiquem de olho na página no Facebook para não perder nenhuma atualização!

Se vocês estiverem com dúvidas quanto ao comportamento dos gatos, principalmente na questão briga x brincadeira, façam um videozinho e fiquem à vontade para me mandar no [email protected], que tentarei esclarecer.

 

M.V. Luísa Navarro
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  • Priscilla

    Muito legal as dicas!! Pena que só as vi agora. Tenho 2 gatas que adotei. Há alguns meses trouxe outras 2 que a princípio era pra ser provisoriamente. Uma das gatas novas ataca as minhas gatas antigas e é do nada que os ataques acontecem.

    Elas não costumam se estranhar só com o cheiro. Acho que já passaram dessa fase. Mas a gata nova quando vê minha gata mais velha vai se aproximando aos poucos e do nada parte pra cima.

    Estava até pensando em doar ela e ficar só com a filhinha. Mas vou tentar utilizar essas técnicas.

  • Ana Lucia Ywane

    Olá, achei muito esclarecedor seu texto. Já tentei três vezes adotar outro gato para fazer companhia pra minha (5 anos). Tentei sempre com gatos machos e novinhos. A Suzi está comigo desde 20 dias de idade, quando foi encontrada numa estrada. Sempre foi muito mimada, rsrsr. Não é muito carinhosa. Enfim, eu achei melhor desistir de ter outro gato justamente por ela nunca aceitar e ficar muito agressiva comigo. Fico com dó e desisto.
    Já fiz exatamente o que vc falou de deixá-lo em um quarto separado, mas acho que na aproximação eu errei.

    • raquel carrer

      primeiro, vc tem q castra-los, isso ja produz uma grande paz nos animais. Depois vc tem q deixa-los a vontade pra q eles se entendam sem a sua interferência. Qdo um for cheirar o focinho do outro, faça carinho nos dois, com uma mão em um e com a outra no outro, bem carinhosa. Deixe-os nos seus cantos. Ou embaixo da cama, ou sobre algum armário, geladeira, onde eles querem se isolar. Irá ser questão de tempo, não de 1 dia, mas talvez, semana. Boa sorte!

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    • Oi, Ana Lucia!
      Tente fazer o passo-a-passo como descrito no texto. Você deverá ter muita paciência, principalmente porque a sua gatinha não passou pela fase de socialização. Eles aprendem a se socializar com a mãe e os irmãozinhos, e devem ficar com eles até os 60 dias de idade. Como a sua, infelizmente, não pôde passar por esse período, vai ser mais difícil conseguir que ela aceite outro gato. Mas nada que muito carinho e MUITA paciência não ajudem.
      Um beijo!

  • Adorei saber o que tem que fazer para os gatinhos se entenderem, os meus brigam muito, principalmente o que adotei por ultimo,ele ataca as duas gatas que eu já tinha, principalmente a segunda que eu adotei, ele não pode vê-la que já quer brigar, deixo ela separada para dormir e quando vou trabalhar para ela não apanhar dele.

  • Arthur

    Olá Luisa!
    Já estava no aguardo desse artigo a um tempo e gostei muito de tudo que você disse!
    Gostaria de fazer uma pergunta, o gato aqui de casa não tem um canto especifico, uma cama especifica ou um brinquedo especifico, a unica coisa definida que temos aqui é o lugar onde ficam as tigelas de água e comida. Ele dorme em qualquer lugar, como a qualquer hora, faz suas necessidades fora de casa e seus brinquedos preferidos são uma bola de papel amassada ou uma peteca. Eu já conversei com a dona do gato para que compra-se no minimo uma caixinha de areia mas ela ainda não o fez, ficamos de improvisar uma com uma caixa e um pouco de areia.

    O que eu quero saber é um seguinte, se eu adotar um novo gato e comprar uma caixa de areia para ele seria necessário ter duas caixas? Como vou definir lugares diferentes para cada gato dormir quando o primeiro gato sempre teve a casa toda só para ele?

    Minha outra preocupação é que meu gato é muito teimoso, folgado e as vezes egoísta, ele não gosta que nenhum outro animal coma a comida dele, porém ele come na tigela de outros animais! A não muito tempo nós adotamos uma cadela e fizemos as apresentações da maneira “tradicional”, graças a deus deu tudo certo, no começo ele ficava observando ela só de longe e tinha um “ataque de nervos” toda vez que ela tocava em algo dele! Mas agora os dias brincam todos os dias de manhã e convivem super bem. Acredito que a introdução de um outro animal será complicada, mas não impossível! Devo tomar alguma medida extra devido a essas situações?

    Obrigado por tudo.

    • Oi, Arthur!

      Sim, você deve ter mais caixas de areia. O certo são 1 caixa de areia por gato, mais 1. Ou seja: se você tiver 2 gatos, deve ter 3 caixas de areia. Mas elas devem ficar em lugares diferentes na casa, e não uma do lado da outra, senão o gato entende aquilo como 1 caixa de areia gigante só. Se você não conseguir ter 3, tenha duas, uma em cada canto da casa.

      Faça a introdução como descrito aqui no texto, e os próprios gatos vão dividir seu território. Não cabe a nós, donos, definir isso. No fim das contas, eles é que se entendem.

      Um beijo!

  • Jackeline Monteiro

    Olá, acabei de conhecer o Blog. Nosso amei o texto. Tenho uma gata de 1 ano e meio e quero outro, mas tinha medo. Agora acho que já consigo, vou tentar num período de férias. Bjs

  • Mariana Cidre

    Bem interessante o artigo, mas infelizmente eu o li tarde demais. Nós adotamos uma gatinha, sendo que já tinhamos um gato de seis anos, e não tivemos como tomar estas medidas. Agora, como vocês mesmo disseram no artigo, eles apenas se toleram. Ela na verdade sempre tenta uma aproximação, mas ele sempre rejeita. Há algum jeito de consertar isso ou eles vão apenas “se tolerar” pelo resto da vida? Alias, nós vamos nos mudar em breve para uma casa a qual não é territorio de nenhum dos dois. Será que lá a relação deles pode melhorar?

    • Oi, Mariana!

      Aproveite a mudança de ambiente para refazer a introdução dos dois. A relação deles pode, sim, melhorar.

      Um beijo!

  • Estão de parabéns! O blog está muito lindo e as dicas são sensacionais. Estou com um gatinho novo em casa e encontrei um banheirinho bem legal para ele nesse site: http://www.royalpets.com.br
    Estou personalizando o ambiente dele e as dicas que deu foram essencias.

    Obrigado.

  • Andréa

    A minha gata mais velha não gosta que os dois mais novos cheguem perto dela, eles até podem chegar perto, mas se for muito perto ela dá um tapinha e eles saem correndo, mas às vezes ela brinca com os dois, aí sai os três correndo pela casa, um pulando em cima do outro. A mais velha tem oito anos e os mais novos tem três anos e são irmãos. Como criei os dois com mamadeira, (a mãe deles deus cria no forro da minha casa e os abandonou e eu recolhi e criei) fiz essa introdução do animal mais novo, mas mesmo assim a mais velha não gosta muito que eles cheguem perto. Os três gostam de comer no mesmo potinho e beber água também no mesmo potinho, apesar de ter vários potinhos eles sempre vão no mesmo, no caso seria um potinho dividido para os três, mas eles gostam assim (tenho quatro potinhos de ração e quatro de água). Cada um tem seu lugar para dormir. Cada um deles dorme na cama com uma de minhas filhas e quando deixo dormir no meu quarto, vão os três para minha cama e dormem comigo. Só não entendo o porque da gata mais velha não deixar que os mais novos cheguem muito perto dela. São duas fêmeas e um macho, todos castrados. E quando os mais novos eram filhotinhos e chegavam perto da piscina, a mais velha ficava miando muito até alguém ir ver o que estava acontecendo e tirar os mais novos de perto da piscina, só aí ela ficava quieta, vendo os dois em segurança.

  • Laís Caroline

    São muito boas as dicas. Mas, pra mim, elas não vão dar certo. Ganhei um bebê e ele é super calminho, mas minha filha mais velha é super agitada. Meu esposo e eu tivemos que deixá-la um certo tempo “sozinha” aos cuidados da minha avó e ela ficou bem revoltada depois desse acontecido. Fica toda nervosa, grita e nos dá até medo quando perto de outro gato. O problema é que minha casa é muuuuito pequena e não tem nem lugar para criar o tal santuário. Aquela dica da baunilha no pescoço, será que procede? Já está quase na hora de trazer o novo membro da família para casa, mas tenho medo de deixar o bebê perto da minha Nina.

    • Oi, Laís!

      A baunilha cria um “odor mútuo” entre os gatos, e é uma facilitadora da introdução. Eu não recomendo utilizá-la sozinha, sem os outros passos descritos aqui em cima, pois ela não é garantia de sucesso.
      Você pode utilizar qualquer cômodo como santuário, desde um banheiro ao seu próprio quarto.

      De qualquer maneira, recomendo que você deixe a outra gata se re-habituar com a sua casa antes de começar a introdução. Lembre-se que ambos os gatos têm que estar muito relaxados e confortáveis para que tudo dê certo.

      Um beijo!

  • RAFAEL

    Fica complicado, meu gato tá muito sozinho, minha casa é pequena e e não tenho tempo para fazer esse processo todo 🙁

  • Creuza

    Muito bom o texto, dicas ótimas, amei. Tenho uma gatinha, teri ue fazer a adaptação dela com um bem mais velho, o meu fofo Oliver.
    Espero que de tudo certo, vou seguir as dicas. Valeu!

  • Fernanda

    Oi luisa, gostei das dicas, eu adotei um gatinho e ele tem agora no momento 1 ano e meio, ja é castrado e eu venho notando que ele se sente meio so, pois eu passo o dia inteiro fora, so chego em casa para dormir.
    Ele tem muita energia e vive querendo brincar.
    Entao veio a ideia de ter outro gatinho, daqui 30 dias vou receber o meu filhote,
    Tenho medo do meu gato mais velho ataca-lo ou algo parecido, é possivel?
    Devo mante-lo separados enquanto estou fora?

    Abraços!!

  • Daniela Cortes Batista

    Eu adotei dois gatinhos com diferença de dias e eles tem alguns meses de idade de diferença e o mais novinho (que chegou primeiro) fez menções de ciume do outro gatinho, mas agora dormem juntinhos e dividem os brinquedos.

  • Mariana Cotrim

    Olá, Luísa!

    Me desculpe se já houver um post falando sobre isso, ainda não procurei.
    Eu e minha namorada vamos adotar um cachorro, filhote de Bulldog Francês. Ela tem um afeto muito grande pelos caninos e não curte gatos, mas trata muito bem a Anyanka, minha srd de 6 meses.
    A Anya terá sua última vacina ainda essa semana e marcaremos a castração. Dentro de uns 2, 3 meses vou me mudar pra casa dela, e tenho noção de que o combo castração e mudança de ambiente vai ser muito estressante pra Anyka. Por isso e por fatores financeiros, não adotaremos a Mocha ( bulldog ) tão depressa assim.
    A Anyanka é muito brincalhona e dificilmente fica nervosa, respeitamos muito os limites e linguagem corporal dela. Meu medo é que ela venha a machucar ou hostilizar a Mocha com suas brincadeiras, e claro, ela mesma se sentir ameaçada. Existe alguma coisa que eu possa fazer desde já pra preparar essa adoção?

    Muito obrigada! Adorei o blog, vou ler sempre!.

  • Elaine

    Vou hoje buscar uma nova moradora para nosso apartamento e já ouvi muitas criticas, do tipo que vai ser só briga entre as gatas e outras tantas que me deixaram muito triste…parece ate que foi postado pra mim, adorei ler e vou seguir os passos para que essa amizade aconteça, muito obrigada!

  • Priscila

    Que pena ler isso só agora!
    Tenho 2 gatos, e um deles (o mais velho, que chegou primeiro) não aceita o outro, mesmo que o outro tente agradá-lo. E isso já tem 5 anos!! queria tanto que eles se dessem bem. O mais velho não suporta nem quando eu falo o nome do outro. Será que tem jeito?

  • Vanessa

    Muito bom, vou praticar. Tenho um caso bem estranho pra resolver. Minha mãe tinha uma gata de 2 anos quando ganhei outra gata. De cara elas se estranharam, mas depois de 1 semana separadas ficou tudo bem. Brincavam, se escondiam juntas, comiam em tigelas lado à lado. Depois de 2 anos me mudei e levei minha gata. Minha mãe também se mudou de casa, e depois de 1 mês precisei deixar minha gata com minha mãe de novo. Ela ficou com as 2 gatas tranquilamente na casa nova, exceto por minha gata ser mais ativa e forçar a barra pra outra brincar, mas nada muito grave. Isso durou quase 1 ano, até que levei minha gata de volta pra casa. Então minha mãe se mudou de novo, e tudo mudou. Quando vou passar finais de semana lá levo minha gata, mas as duas se odeiam. Só rola o “fu” se estiverem em cômodos separados, frente à frente o ataque é certo, sem qualquer aviso. Minha gata sempre arranha a porta onde a outra gata está, sempre tenta entrar. Se eu pego a outra gata no colo, e depois chego perto da minha gata, ela tenta me atacar e fica rosnando muito pra mim. Agora vou voltar a morar com minha mãe, e o maior drama está sendo o estresse de viver o tempo todo nessa situação. Espero que essa orientação seja suficiente para vê-las brincando de novo.

  • Lillian

    Olá amigos.
    Acabei de trazer uma nova gatinha para casa. A minha mais velha tem 1 ano e já é castrada. Li e reli suas orientações e já coloco-as em prática. A gatinha mais velha está muito zangada. Quando sentei ao seu lado, ela me mordeu. 🙁
    Sei que tenho uma longa caminhada, mas será que alguns florais para a mais velha ajudariam?

  • Fabiana

    Olá pessoal do Cat Club
    Gostaria de dividir minha historia e saber o que me aconselham:
    Desde a infância, nunca tive animais em casa, pois meu pai não deixava. Logo quando mudei, uma das primeiras coisas foi procurar um animalzinho.
    Meu apartamento muito pequeno, quarto e sala, por esse motivo achei que um gato se adaptaria melhor. Nisso, encontrei a Hebe, a gata mais linda da Terra. Adotei quando ela tinha 4 meses (atualmente ela já está com 2 anos).
    Desde então, troquei de emprego algumas vezes, e nisso a Hebe teve que ir se adaptando aos meus horários. Fico muito pensando que ela possa se sentir sozinha, por mais brinquedos que eu arranje ou msm que eu deixe a tv ligada todos os dias pra casa não ficar silenciosa demais.
    Ano passado resolvi adotar outra gatinha pra fazer cia, a Sushi. As primeiras duas semanas foram o inferno na Terra, a Hebe queria matar a outra gata. Meu medo é que ela ficasse doente de ciúmes (visto que sempre foi a bb da casa) ou qlqr outra coisa do gênero.
    No final de um mês, elas conseguiram a muito custo ficar no mesmo cômodo sem se estranharem (porem não eram amigas). Só que infelizmente a Sushi possuía Pif, e faleceu em uma semana.
    Desde então tenho pavor de pensar em ter outro gato, pois passar por essa dor é algo que não desejo a ninguém, mas o medo de que a Hebe corra o risco de ficar em contato com outro gato com Pif é mil vezes maior.
    Nisso, estou cogitando a hipótese de ter um cachorrinho.
    Em todo caso, acho que minha duvida maior é como adaptar outro animal com a Hebe, morando num apê pequeno como o meu, e se esse meu medo de arranjar outro gato é exagerado.

    Bom, desde já, obrigada pela atenção!

  • Helga

    Olá,
    Estou tentando uma convivência pacífica com minha gata de 4 anos e uma nova hóspede de 2 meses.
    Nada fácil… A gata mais velha bufa só de escutar o miado da mais nova que está presa em um quarto -isso há 7 dias já. Se eu faço carinho na mais nova e vou acariciar a mais velha ela sente o cheiro e bufa para mim e bate as patinhas também… A gata mais velha está comigo desde 1mês e 1/2 de idade e sempre foi a rainha da casa…inclusive ela é arisca com outras pessoas exceto comigo e meu marido…
    Estamos com muita paciência, acredito que daqui uns 3 meses esse quadro mude..
    Mas será que eu evito de acariciar a pequena e depois pegar na grande ou melhor deixar ela se expondo mesmo aos cheiros?
    Estou começando a deixar a pequena andar pela casa em alguns momentos enquanto a mais velha fica no meu quarto presa-na verdade ela se enclausura lá…eu obrigo ela sair pela casa depois trancando o quarto.
    Um grande abraço,
    Obrigada
    Helga

    • Carolina

      Meu caso é como o seu… vc conseguiu? Qto tempo?

  • Lillian

    Quero deixar aqui meus eternos agradecimentos a esse tutorial incrível de aproximação. Fiz tudo como sugerido e até construí a tela de separação para que as minhas gatinhas pudessem se ver e se cheirar sem se sentirem ameaçadas. Deu super ceto. Em um mês elas já haviam se aproximado e hoje já dormem juntas.
    Valeu! Tenho fotos registrando a aproximação!

  • Vanessa

    Excelente post. Aproximar dois gatos realmente é tarefa difícil. Aqui em casa nós tinhamos apenas uma gatinha com 5 meses, a Leona, quando resolvemos adotar uma nova, a Diana, que viria pra cá com 45 dias, recém desmamada. Diferente do que esperávamos, quando a nova gatinha chegou a Leona que era muito carinhosa e tranquila virou outro animal. Ela batia na pequena, em nós, nos cachorros (os quais ela adorava antes disso), se escondia, não deixava ninguém encostar nela e parou de comer durante 1 dia. Nós mantivemos a pequena separada em um quartinho e deixamos a Leona reestabelecer a rotina dela, já pensando em procurar outro dono para Diana já que Leona não a aceitou. Foi quando percebemos que a Leona só brigava com a menorzinha dentro de casa e em áreas externas, como a varanda ou quintal, ela tentava brincar com a outra. Assim que fizemos a aproximação: levávamos as duas para o quintal ou varanda e supervisionávamos a brincadeira, mas dentro de casa mantínhamos separadas. Em 4 dias Leona parou de brigar e elas se tornaram amigas. Hoje se amam, só dormem juntas, passam o dia inteiro brincando, comem juntas e nunca mais brigaram. O processo aqui foi bem rápido, acho que por ambas serem ainda filhotes, mas eu nunca fui tão arranhada quantos nos primeiros dias haha.

  • Boa Noite, estou com um gato de 8 meses, castrado hoje, e minha esposa trouxe um gato castrado de 1 ano e 2 meses. ambos machos. Estamos seguindo passo-a-passo as dicas do site. Mas ficam na porta um do outro com os pêlos eriçados. E até nos morderam. O gato de 1 ano já anda pela casa com o rabo levantado, tranquuilo. Mas estamos firmes.

  • Tuany

    Luiza, parabens pelo seu texto! Fiquei encantada com tanto amor, dedicaçao e cuidado com os bichanos! Acabei de adotar meu segundo filinho e suas informações estão sendo de grande valia para que a adaptação transforme meus pequenos em amigos. Obrigada. Tuany

  • Paty

    Luiza, muito obrigada!!!! Procurei VÁRIOS posts na internet e o seu foi o único que explicou a diferença entre lutinha e briga pra valer. Achei que estava fracassando na adaptação, mas pelas suas explicações, meus gatos estão brincando… é difícil p/uma mamãe novata diferenciar qdo não se sabe.

    Estou preocupada só com uma coisa, o novato é um bebê de 2 meses que ainda ñ foi castrado. Como ele pegou rino no LT, a vet acha melhor esperar um pouco p/imunidade dele aumentar.

    Minha veterana é uma gatona de 3 anos que derruba ele fácil nas “lutinhas”. Devo separá-los qdo ele voltar da cirurgia de castração? P/causa dos pontinhos, etc.

    beijos e obrigada!

  • Priscila

    Ola! Eu tenho dois gatos adultos, que se davam muito bem, e resolvi adotar um terceiro. O bebe esta num comodo isolado dos outros por enquanto.
    O que esta me preocupando é que desde que o bebe chegou o gato do meio começou a se estranhar com o mais velho! Eles viviam juntos, se davam banho, dormiam e brincavam juntos, e agora o do meio não deixa nem que o mais velho se aproxime. Estou com medo deles não voltarem mais a se dar bem e com esse ambiente não sei como prosseguir com a introdução do bebe. Alguem tem ideia de porque o do meio esta se comportando assim e alguma dica pra melhorar isso? Florais podem funcionar?

    Muito obrigada pela ajuda!

  • karine

    Tentei várias vezes introduzir um novo morador em casa. Fiz os passos acima porém sem sucesso . alem da minha gata se isolar,ela rejeita tanto a mim como o filhote. Acabo desistindo e devolvendo o filhote. Posso ter errado na aproximação

  • Nicole Oliverira

    Estou passando por uma situação um tanto stressante, trouxemos um novo gatinho para casa, e os outros dois estão com ciumes e tensos, mas agora que li estas informações, vou tentar seguir, e espero que dê certo e que não seja tarde, pois eles passaram 1 dia juntos, hoje é o segundo dia da Lili em casa. Vamos ver no que dá. =)

  • Eduarda

    Olá, tenho um casal de gatos, o macho é mais novo que a fêmea, ainda não são adultos. Os dois são super amigos, brincam e dividem tudo sem nenhum problema. Meu pai chegou com uma gata nova, aproximadamente da mesma idade da gata antiga que temos. Mas após a chegada dela mudou uma coisa: os meus gatos antigos, de convivência longa juntos, começaram a se estranhar um com o outro. Minha dúvida é, eles já se conheciam, já estavam adaptados um com o outro e pela chegada de outra gata, eles mesmos começaram a se estranhar.

  • Lucilei

    Olá boa noite acabei de ler o post pois isso aconteceu aqui em casa ,eu tenho 3 gatos e adotei mais 2 a dona morreu e eles ficaram desamparados pois a família não quiz, mas enfim tive problemas com adaptação , minhas 2 gatas odiaram até que uma tolerou mas a outra não tinha mais vida de gato ficou por 1 ano só se escondendo atrás de Tv ou no meu quarto e quando se encontravam ele corria atrás dela pra brigar ,desses dois que adotei um morreu durou 8 meses eles eram um casal super amigos ai que parece que piorou pois ficou sozinho , pior fazendo xixi todo tempo pela casa minha gata também fazia , nossa eu virei uma escrava de limpar xixi com água oxigenada , bicarbonato,vinagre e detergente aff mas mudei de casa e não aguentei levei o gato pra fazenda , mas estou morrendo de dó dele mesmo sabendo que está bem lá ,será que posso tentar socializar eles novamente? Ele é um gato de uns 14anos não sei ao certo os meus são de 6 , 5 e 4 . Ah quanto ao xixi minha gata parou depois que eu o levei pra fazenda . E a gatinha que ficou presa por 1 ano está amando a casa nova , não para de andar pra todo lado rsrsr .

  • Debora

    Há alguns meses que eu peguei uma nova gata, e o meu gato que já esta comigo a 4 anos criou raiva de mim e não se da de maneira nenhuma com minha gata. O que fazer ?

  • Valerie Mello

    Oi pessoal, preciso de ajuda, tenho uma gata há 5 anos, sempre tratei muito bem dela, é castrada, eu dou banho nela desde pequena, ela dorme comigo no quarto, tudo sempre foi sempre ok, até que há 2 meses atrás ela começou a me atacar do nada. Ela pode estar com medo porque um outro gato de rua andou perambulando por aqui mas não sei se isto justifica a agressividade dela contra a minha pessoa. Meu quarto fica pra fora da casa, então se o outro gato as vezes desce pelo muro até por curiosidade, no outro dia cedinho, logo pela manhã, ela me ataca e faz com que eu saia imediatamente do quarto, pois ela avança sem me reconhecer. Não sei também se pode ser algum problema neurológico. Preciso de ajuda, please.

  • Barbara

    Esse texto caiu do céu. Resgatei uma gatinha ontem e ao chegar em casa, sem ao menos ver a nova moradora, minha gata mais velha rosnou para mim. Tentamos a aproximação forçada. Não sabiamos o certo a fazer. O resultado foram arranhões, mordidas e 2 gatas estressadas. Vou tentar essa aproximação aos poucos. Já peguei amor pela mais novinha e sei que será difícil ficar sem ela. Paciência e sorte para mim.

  • Thais

    Excelente artigo! Estamos tentando com um novo gatinho que chegou. Já temos um casal. O que nos surpreendeu é que a presença do outro gato levou os 2 que eu já tinha e eram super amigos a brigarem entre si. Já viu este tipo de comportamento?
    Obrigada

  • Sérgio

    Olá Luiza
    Seu artigo é excelente.
    Tenho dois gatos de 3 anos e meio(Poli e Zé), bem tranquilos, e recebemos mais um de um ano, bem agitado (Fred). Seguimos os seu artigo a risca e estamos na “Hora da Aproximação”. Quando abro a porta os 3 se cumprimentam nariz com nariz e tenho deixado a porta aberta para o Fred circular. O que acontece quando ele se esbarra com os outros é um fuuuuuu seguindo de algum tapa dos mais velhos, mas sem pelo eriçado, orelhas para traz ou miados longos, após o memento chego perto dos mais velhos e vejo estão relaxados, até ronronantes. Sinto que o mais novo quer brincar e não sabe como fazer e não sei se é a hora de deixar que convivam abertamente ou apenas pela fresta da porta.
    Abraços.

  • Aparecida

    Bom tenho 5 gatos, sendo que 3 são irmãos, um dos 3 irmãos foi embora e consegui encontrar depois de 9 meses, já faz 9 meses que ele voltou mas até agora não consegui a aproximação dele com os irmãos! O que devo fazer?

  • Isa Carvalho

    Tenho uma gata super medrosa, a Chloe, que só se aproximou de nós com terapia de florais. A vet disse que ter um coleguinha ajudaria muito na adaptação dela. Depois de um mês aqui em casa e toda ambientada resolvemos pegar outro gato, mais ou menos da mesma idade. A Chloe tem 7 meses e chegou o Louis, de 5. Moramos numa kitnet, então não tem nem como colocar em ambientes separados, não teria espaço pra deixar o gato novo no banheiro, sem contar que morro de dó. Bom, o jeito seria largar os dois no apto e eles que se virassem. Deixamos o Louis dentro da caixa de transporte por uma hora, pra Chloe conhecer. Claro que assoprou pra ele. Quando soltamos ele xeretou a casa inteira, comeu, brincou, mexeu em tudo, enquanto isso a Chloe debaixo da cama só observando.
    O Louis é super bobão, já queria ir brincar com a Chloe, que o recebia com rosnados e assopros. A vet disse que isso seria normal, que só não gostaria que eles se atracassem na briga. Fiquei observando no final de semana, gravei as “brigas” deles e mostrei pra vet. Ela disse que eles estavam brincando! E eu morrendo de preocupação!
    Depois de 4 dias por um milagre eles já eram melhores amigos. Se lambem, brincam, dormem juntos, a Chloe ficou mais aventureira por influencia do Louis, e todo santo dia as 6h da manhã eles brincam de perseguição pela casa.
    Foi arriscado o que fizemos, de deixar os dois soltos no mesmo ambiente assim logo de cara, mas não tinha o que fazer, não tinha coragem de deixar o bichinho sozinho no banheiro.