O movimento conhecido como Outubro Rosa nasceu nos Estados Unidos, na década de 1990, para estimular a participação da população no controle do câncer de mama. A data é celebrada anualmente com o objetivo de compartilhar informações sobre o câncer de mama e promover a conscientização sobre a importância da detecção precoce da doença.
Outubro tá aí pra lembrar a nós, mulheres, da importância do autoexame e da visita anual ao ginecologista, onde faremos todos os exames necessários para detectar qualquer problema.
Então, se toque! Faça o auto exame frequentemente e esteja atenta à qualquer sinal. O câncer de mama tem 95% de chance de cura se for diagnosticado no início. Cuide-se!

A GATA LUCY

Neste post, vamos conhecer a história de uma gatinha chamada Lucy, que precisa ser lembrada neste Outubro Rosa: Lucy ajudou sua dona a descobrir um câncer de mama ainda em estágio inicial, e que pôde ser tratado com sucesso!

A clínica veterinária que Elizabeth Moore frequentava com seu gato de estimação, Toby, acolhera alguns filhotes de gato e os colocara para adoção. A partir desse dia, foram necessárias somente três visitas de Moore à clínica – o que aconteceu em um intervalo de poucos meses – para que os filhotinhos e, em especial, uma gata escaminha chamasse sua atenção e a convencesse a levá-la para casa. Segundo Moore, na verdade, ela foi convocada pela gata, então não havia nem espaço para falar “não”. O nome da gata, como veio a descobrir, era Lucy.

No mesmo dia em que esse contato inicial entre Moore e Lucy aconteceu, a australiana voltou para a clínica logo após sair do trabalho e deu entrada nos procedimentos de adoção. Realizou uma breve entrevista e, muito antes do esperado, podia levar Lucy para casa.

Os próximos dias foram de adaptação. Moore deu à Lucy sua primeira casa – com comida, água, cama e brinquedos – e a apresentou a Toby. Segundo Moore e seu marido, pelos barulhos que ouviram, houve nada menos do que uma Olimpíada felina na primeira noite em que Lucy passou desbravando seu novo lar. Desde então, o relacionamento entre Lucy e os outros habitantes da casa – Moore, seu marido, a filha do casal e Toby – se estreitou até o ponto de ela passar a pedir café-da-manhã acordando seus donos com pulos e ronronares na cama…

Até que, certa manhã, em um desses encontros matinais, o comportamento de Lucy foi um pouco diferente. Moore conta que ela se inclinou para frente e empurrou seu seio esquerdo com a cabeça. Como nada indicava motivos para preocupação, Moore simplesmente afastou Lucy e se levantou. Na manhã seguinte, entretanto, Lucy repetiu o movimento e, dessa vez, com uma intensidade e obstinação quase irritantes. Tentando afastá-la com a mão, Moore conta que sentiu, de sobressalto, uma pequena protuberância no seio.

Após esse “pequeno” achado, Moore passou um dia em uma clínica realizando exames que acabaram por confirmar suas suspeitas. Em uma semana, estava realizando sua primeira cirurgia e, durante os meses que se seguiram, passando por procedimentos de quimioterapia e radioterapia – e mais algumas cirurgias. Foram necessários oito meses para ela voltar ao trabalho. Hoje, cinco anos depois, seu progresso é visto com orgulho!

Moore afirma que, coincidência ou não, Lucy foi a responsável pelo diagnóstico precoce de seu câncer – e pelo sucesso do tratamento.

O texto em que Moore contou a história com suas próprias palavras, pode ser acessado no site The Conscious Cat.

E, você, mulher – e também homem com namorada, esposa, mãe, etc. -, que tal fazer como Lucy e checar se está tudo bem? Quanto antes o câncer de mama for descoberto, maiores são as chances de cura!

exame
Fonte: GreenMe

Avalie essa notícia:

RuimRegularBomÓtimoExcelente
Loading...
  • Carla

    Não foi só a Lucy quem fez essa proeza não!
    Quem me ajudou a descobrir meu câncer de mama foi a minha gata Mimi. Essa história ficou conhecida pela comunidade científica onde moro e onde sigo o tratamento (Paris).
    Ela não tinha o hábito de escalar o meu peito quando eu estava na cama. Um dia, ela subiu e me deu uma patada exatamente em cima do tumor. Ao tirar a pata dela, foi que eu senti que havia um volume bastante duro na mama esquerda.
    Para resumir, durante todo o tratamento, o comportamento dela foi outro. Ela passou a ser muito mais carinhosa comigo e deitava no meu colo com a cabeça no meu pescoço, cobrindo a área da mastectomia.